Quase um diário onde escrevo experiências, opiniões, pensamentos e tudo mais que vier a tona.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Carpe Diem
Ás vezes tudo o que eu preciso é ficar sozinha pra pensar no que eu estou fazendo da vida e no que devo fazer; sozinha pra descobrir mais sobre eu mesma e sobre o que eu quero; sozinha pra chorar sem que ninguém veja.
Mas às vezes isso acaba me deixando triste quando eu volto para todo mundo. Isso não me deixa muito bem, não sei se é por causa daqueles dias, estou carente, ou amadureci. Só sei que ando refletindo muito e ficando triste. Não gosto dessa situação, além do mais porque saí um post depressivo como esse. Mas esse é um blog quase diário que representa o que eu estou sentindo, e é isso que eu estou sentindo no momento.
Não sei quando a reflexão vai passar, ou se irá durar pra sempre. Só sei que depois desse fim de semana eu estou bem diferente. Talvez precise de uma conversa com pessoas próximas, para ver se eu consigo me entender. Sabe é um pouco difícil ser eu, por mais que pareça fácil, não dá para ser sexy impulsiva e cabeça o tempo inteiro. O coração por mais frio que seja fala um pouco mais alto em alguns momentos, pedindo para comandar. Só que isso me trás a tristeza. Talvez seja a saudade, ou a falta de uma boa aventura para contar aos amigos.
Ás vezes eu quero tanto ser independente, ter a minha casa, meu carro e a minha vida. Poder sair por aí sem dar satisfações a ninguém e fazer o que eu quiser. E por não poder fazer tudo isso me frustra talvez à tristeza venha daí também.
Mas não vou desistir de ter a minha vida louca, porque uma vida certinha e santa é sem graça. É preciso correr riscos e fazer loucuras às vezes. Vidas perfeitas demais são sem graça.
E cada dia a mais, é um a menos em nossa vida. Então Viva
Aproveitar a vida e não ficar apenas pensando no futuro...
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
S&M
Chego à festa sinto a adrenalina sob a minha pele, é um vício, uma erupção de sentimentos oprimidos. A música é o meu remédio, alimenta-me com energia e o álcool faz com que eu não sinta o cansaço. É só o que eu preciso, da música e álcool, eu só quero beber e dançar. Mas sempre acabo chamando a atenção de alguém.
E dessa vez foi de você, que veio perguntando quem eu era quase pulando para dentro da minha boca. Meu mistério de alguma forma te excitava, te deixando cada vez mais com vontade de me ter. Mas para me ter você deve ter coragem, porque eu somo como montanha-russa cheia de altos e baixos. Às vezes eu quero e depois não quero mais., de pende do que no momento me deixa feliz.
Só que você não desiste, continua me tentando. Mas é tão bom ser má, até o ponto que você me deixa com vontade. Eu vou pra cima de você e agora de jeito nenhum eu volto atrás. Te empurro para um sofá, e já vou te beijando enquanto vou montando. Eu queria dominar. Mas não queria que fosse ali à frente de todos. Já foi me pegando e levando para outro lugar, me apertando com força, mordendo-me, deixando marcas e machucados. Mas a dor é meu prazer e nada pode me impedir.
Veio me levantando, levantando minha roupa. Fazendo minha excitação aumentar, e a temperatura também, seus beijos intensos eram bons, tiravam-me o fôlego. Sentia todo sua rigidez de seu corpo em contato com o meu. Até o ponto que me fez ter o prazer total, entrar em estado êxtase, você também estava. As respirações ofegantes se misturam, que nem nosso suor, me levanto e vou saindo ainda me olho no espelho para ver se estou bem.
Mas você não sabe o quão mal eu posso ser, e eu sou muito boa nisso. Tenho muita criatividade e não tenho limites, e não seria você o meu. Logo saí e voltei para minha festa, com sexo no ar, mas eu não me importo, eu amo o cheiro. Paus e pedras podem quebrar meus ossos, mas correntes e chicotes me excitam. Eu adoro quando posso sentir a sensação, algumas pessoas me excitam, e é exatamente o que eu desejo, dê pra mim com força e para alguns me encontre no meu quarto e faça meu corpo dizer...
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Festa na praia
Festa na praia, muita gente na areia, todo mundo curtindo a música sair do som dos carros, bebidas oferecidas por todos e para todos. Muita loucura, sexo, bebidas alcoólicas, e drogas. Não digo rock in roll, porque era o único tipo de música que não tocava lá. Todo mundo ficando com todo mundo, eu já não sabia direito o que estava acontecendo, já havia entrado na garrafa de vodka e provado de algumas bocas. Então começa música, eu dançando de um modo provocante, e eu não me importava só queria dançar com meus amigos, e então senti alguém me abraçar por trás, me apertando de encontro ao seu corpo. Ficamos ali dançando por um bom tempo. Havia olhado para seu rosto, mas não posso dizer se achei bonito ou não, pois não lembro, mas deve ser pra mim, se não teria ficado, eu acho... Comecei então a sentir beijos na minha nuca, enquanto as mãos me apertavam pela cintura, muitas vezes com força, me fazendo gemer, sem pensar muito me vira e me beija, e beijo bom, tinha gosto de halls preto. Sabor forte difícil de ser esquecido. Eu já fui colocando as mãos na sua nuca, as vezes puxando seu cabelo, enquanto dava mordidas em seus lábios, as vezes no inferior que acabava puxando e dando risadas maliciosas, e alternado pelo lábio superior. Ele fazia o mesmo, só que quase sempre me puxando pelo cabelo, ou me apertando com força. Fazendo-me muitas vezes gemer, e dar os sorrisos provocantes enquanto o olhava, mostrando que estava gostando daquilo tudo.
Sem pensar muito, ele me puxou pelo braço me levando para outro lugar, até que chegamos a um carro onde não havia pessoas por perto. Eu não consegui nem pensar em me escorar, ele já foi me empurrando com força contra o carro, me levantando fazendo com que as minhas pernas passassem em volta da sua cintura. Enquanto ia dando beijos, mordidas e chupões, muitos tão fortes que me faziam gemer e suspirar no seu ouvido sentia que cada vez que eu gemia e ele se animava mais. As mãos dele saíram das minhas pernas e foram subindo pelas minhas costas por dentro da minha blusa, até tira-lá, então eu resolvi tirar a dele também, não valia só eu tirar a roupa, fui passando a mão até começar a sair, mas resolvi arranhar ele um pouco, até sair toda a camiseta.
Quando ele me olhou sem blusa, ficou com um olhar malicioso, como se quisesse me devorar por inteira. As mãos começaram a subir da minha cintura para meus seios, enquanto passeavam pela minha barriga, até chegar ao feche que era na frente e abrindo naquele local mesmo, sem nem pensar que alguém poderia ver, se bem que eu nem estava me importando. Ele me fazendo gemer mais ainda, com seus beijos e mordidas, em um dos meus seios, e no outro era sua mão, mas logo depois essa mão desceu e foi abrindo meu short e então fazendo com que ele descesse até meus pés, que eu tirei de um deles, e logo ele me levou ao chão. Ali eu sentia sua mão me tocando, enquanto ia me beijando, não sei o que ia me enlouquecendo mais. Só sei que já estava ofegante, então senti toda sua vontade de me querer. Sentia tudo que podia, enquanto ia suspirando no meu ouvido, me fazendo enlouquecer mais anda com aquele hálito, me deixando arrepiada.
Estava cada vez mais excitada com tudo aquilo, continuava sentindo sua mão me tocando me deixando muito molhada, junto com as sacanagens que ele me falava no ouvido.
Então me levou ao momento de êxtase total, enquanto ele seu corpo ia relaxando junto ao meu. Fomos nos beijando até recuperar o fôlego. Então nos vestimos, e eu fui tomar um banho de mar, pra continuar a aproveitar a festinha. Não quer dizer que iria ser com ele que eu continuaria minha festa...
Sem pensar muito, ele me puxou pelo braço me levando para outro lugar, até que chegamos a um carro onde não havia pessoas por perto. Eu não consegui nem pensar em me escorar, ele já foi me empurrando com força contra o carro, me levantando fazendo com que as minhas pernas passassem em volta da sua cintura. Enquanto ia dando beijos, mordidas e chupões, muitos tão fortes que me faziam gemer e suspirar no seu ouvido sentia que cada vez que eu gemia e ele se animava mais. As mãos dele saíram das minhas pernas e foram subindo pelas minhas costas por dentro da minha blusa, até tira-lá, então eu resolvi tirar a dele também, não valia só eu tirar a roupa, fui passando a mão até começar a sair, mas resolvi arranhar ele um pouco, até sair toda a camiseta.
Quando ele me olhou sem blusa, ficou com um olhar malicioso, como se quisesse me devorar por inteira. As mãos começaram a subir da minha cintura para meus seios, enquanto passeavam pela minha barriga, até chegar ao feche que era na frente e abrindo naquele local mesmo, sem nem pensar que alguém poderia ver, se bem que eu nem estava me importando. Ele me fazendo gemer mais ainda, com seus beijos e mordidas, em um dos meus seios, e no outro era sua mão, mas logo depois essa mão desceu e foi abrindo meu short e então fazendo com que ele descesse até meus pés, que eu tirei de um deles, e logo ele me levou ao chão. Ali eu sentia sua mão me tocando, enquanto ia me beijando, não sei o que ia me enlouquecendo mais. Só sei que já estava ofegante, então senti toda sua vontade de me querer. Sentia tudo que podia, enquanto ia suspirando no meu ouvido, me fazendo enlouquecer mais anda com aquele hálito, me deixando arrepiada.
Estava cada vez mais excitada com tudo aquilo, continuava sentindo sua mão me tocando me deixando muito molhada, junto com as sacanagens que ele me falava no ouvido.
Então me levou ao momento de êxtase total, enquanto ele seu corpo ia relaxando junto ao meu. Fomos nos beijando até recuperar o fôlego. Então nos vestimos, e eu fui tomar um banho de mar, pra continuar a aproveitar a festinha. Não quer dizer que iria ser com ele que eu continuaria minha festa...
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Desejo
Começou com uma brincadeira, um susto no quarto escuro. Lá as risadas, e um pouco de raiva junto, o clima não estava muito bom naquele momento. Mas ficamos ali nos olhando, você em pé e eu sentada na cama. Para amenizar, eu vou me aproximando de você, mexendo no seu cabelo, então lhe dou um beijo de leve. Levo as mãos para seu rosto, sentindo seus lábios nelas, mas não resisto e os beijo de outra vez. Um beijo devagar, com leve mordidas, só para te instigar, te deixar com “vontade de quero mais”, porem a vontade também estava em mim, pois seus lábios eram tão macios e que beijo bom.
Deito-me, dando um leve puxão em sua blusa, para você vir por cima de mim. Antes fica olhando-me com uma cara de que não está entendendo, mas de repente vem me atacando com seus beijos. Que agora eram intensos e provocantes ao extremo. As mãos que passavam por nossos corpos. As minhas levantando sua blusa, estava cada vez mais excitada em sentir seu corpo quente não só em minhas mãos, como no meu corpo também.
Sua respiração, seus gemidos, tudo só aumentava a minha vontade de ter aqueles lábios só pra mim. Enquanto me beijava percebeu meu sorriso malicioso no rosto, saio de cima de mim perguntando o que significava tudo aquilo. Mas não dou explicações, e já vou indo pra cima de você sem dar tempo de pensar em me tirar de lá, volto a te agarrar minhas mãos passeando pelo seu corpo, e você esquecendo tudo em volta. E você sabe o quão ruim eu posso ficar, mas sabe o quão boa eu posso ser também. Era só dar o que eu queria desesperadamente. Mas eu tenho tempo em minhas mãos, e você esta sentindo tudo quando eu as coloco em você???
Só que eu também estou sentindo as suas, e não são nada mal... Até que eu as pego, e levo até a cabeceira da cama, para se segurar, pois será bem melhor. Nada ligado além do rádio, a musica ditando nosso ritmo, o suor escorrendo, os gemidos se misturando. Tudo acontecendo sincronizado como se fosse um só. Queria que você chegasse logo lá, para em fim ser sua vez de me fazer chegar... E depois que você atingiu o ápice, foi sua vez de não me dar tempo de pensar, foi me atirando na cama vindo por cima, apertando-me, mordendo, descendo e arrancando o que havia restado de roupa. Deixando-me em êxtase. Satisfazendo o meu desejo. Só que meu corpo é quente como o sexo, mas meu coração é frio como uma geleira.
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
sonho ou realidade???
A semana não estava sendo muito boa, até receber a noticia da visita. Era inesperada, fazia tempo que não nos víamos. Fiquei feliz, mas triste ao mesmo tempo, não sem bem como explicar o que eu senti. Mas eu não gosto muito de mostrar meu refugio para as pessoas.
O dia estava sendo tranquilo, conversamos, rimos, relembramos coisas engraçadas, falamos sobre novidades, e alguns planos, como qualquer outro dia normal. A noite chegou, junto com os meus pais do serviço, mais conversa algumas apresentações. Nada que me estimulasse, continuava meio pra baixo sem saber a causa disso tudo. Deitamos para dormir sem muita cerimônia.
De repente eu sinto uma mão passar por cima de mim, como se fosse um abraço. Sinto a respiração no meu ombro, me acordando e fazendo co que cresça uma excitação dentro de mim, sem que eu consiga dormir outra vez. A respiração começa a virar beijos de leve, a mão começa a passear pelo meu corpo. Deixando-me mais acordada ainda, louca para virar para o outro lado. Mas me segurando pois meus pais estavam do lado, no outro quarto. Só que depois que me provoca eu não me seguro. Porem estava tentando, então virei de bruços, para tentar amenizar os carinhos. Mas a mão agora passeava pelas minhas costas, indo para minhas pernas, sentia o calor das suas mãos passando pelo meu corpo. Deixando-me acesa, louca para te agarrar.
Segurava-me, mas aquilo tudo era mais forte, aquelas mãos me deixando em combustão. Não poderia aguentar mais aquilo, me virei e nem quis olhar em seus olhos, fui direto pra sua boca. Que por um acaso me recebeu muito bem, o beijo ardente, as mãos inquietas, que agora nem tinham mais nenhuma delicadeza. Agora apertavam me deixando marcas, e você ficava mal com minhas mordidas nos seus lábios. Mordia com força pra provocar, te fazer enlouquecer, não querer parar antes de terminar. Estava usando tanta força, que até quebrou o pé da cama, na hora que me atirou nela, agora vindo por cima de mim. Foi descendo os carinhos. Fazendo-me delirar, esquecer onde estava começando a gemer. Mas você me lembra, vindo me beijar de novo, então desce fazendo estragos. Deixando-me totalmente fora do ar...
Mas recobro a memória quando sem demora sinto você em mim, nossa e sentia mesmo. Aquelas mãos, aqueles beijos, aquela língua... Mas eu não ia deixar por menos, agora era a minha vez de comandar, te puxei pra beira da cama, e lá você sentiu que eu não sabia só falar, mas também fazer. Quando acordei não sabia direito se havia sido um sonho ou não. Mas que tinha sido bom tinha, e que meu humor havia mudado, havia mesmo...
Mas foi sonho ou realidade???
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