“Meu coração é um taverna gótica em cujos quartos prostituem-se ninfetas decaídas, cafetões sensuais, deusas lésbicas, anões tarados, michês baratos, centauros gays, unicórnios bêbados e virgens loucas de todos os sexos.”
Quase um diário onde escrevo experiências, opiniões, pensamentos e tudo mais que vier a tona.
quarta-feira, 27 de julho de 2011
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Não precisa ter medo
Sei que sonha comigo, sei que também sente o que eu sinto... Sei que quer ter o meu corpo junto ao teu, sentir a intensidade dos meus beijos quando fico excitada, as minhas mordidas que as vezes parecem que eu preciso do seu corpo para saciar uma fome de desejo que circula pelo meu corpo inteiro. Sentir o apertar de nossos corpos um contra o outro deixando-os sem ar, enquanto nossa excitação expelida pelo suor vai se misturando e tornando uma só.
E a cada momento as provocações aumentam, vou passando meu rosto perto do seu sem o tocar, os sorrisos maliciosos denunciando pensamentos que só chegariam a um lugar... Mãos que não conseguiam se contentar com poucas partes do corpo, querendo explorar canto a canto querendo descobrir locais que deixam o desejo mais aflorado. Meu corpo não iria se conter e o seu também não, mas eu não deixaria você perceber que poderia dominar-me, eu iria te dominar mostrar o que eu queria... Fazer com que sentisse a mesma sensação que eu quando nos tocávamos, fazer sentir as mesmas que eu quando vejo você na minha frente sem poder agarrar te ali mesmo. Seu cheiro embriagando-me, fazendo meu corpo estremecer só em pensar que poderia acabar com esse desejo no mesmo instante... Mas você conhecendo-me bem já saberia que não aconteceria mais do que essa vez, saberia que eu só quero te tocar, em teu corpo deslizar, molhar você... Sei que o desejo de ter-me sempre esteve aí, algo que eu faça soa como provocação. É talvez seja esse desafio que havia que se resume em "ninguém manda em mim".
Mas sabe não precisa ter medo de mim, eu não mordo... Bem, não muito forte. Talvez deixasse marcas para que não esquecesse o acontecido, além de mostrarem que não foi só um sonho, representariam que você não poderia pertencer a minha vida, pois, talvez, eu tenha só considerado uma simples aventura.
Mas você conhecendo-me bem já saberia que não aconteceria mais do que essa vez... Sei que o desejo de ter me sempre esteve aí, algo que eu faça soa como uma provocação. É talvez fosse esse desafio que havia, que se resumia em "ninguém manda em mim".
E a cada momento as provocações aumentam, vou passando meu rosto perto do seu sem o tocar, os sorrisos maliciosos denunciando pensamentos que só chegariam a um lugar... Mãos que não conseguiam se contentar com poucas partes do corpo, querendo explorar canto a canto querendo descobrir locais que deixam o desejo mais aflorado. Meu corpo não iria se conter e o seu também não, mas eu não deixaria você perceber que poderia dominar-me, eu iria te dominar mostrar o que eu queria... Fazer com que sentisse a mesma sensação que eu quando nos tocávamos, fazer sentir as mesmas que eu quando vejo você na minha frente sem poder agarrar te ali mesmo. Seu cheiro embriagando-me, fazendo meu corpo estremecer só em pensar que poderia acabar com esse desejo no mesmo instante... Mas você conhecendo-me bem já saberia que não aconteceria mais do que essa vez, saberia que eu só quero te tocar, em teu corpo deslizar, molhar você... Sei que o desejo de ter-me sempre esteve aí, algo que eu faça soa como provocação. É talvez seja esse desafio que havia que se resume em "ninguém manda em mim".
Mas sabe não precisa ter medo de mim, eu não mordo... Bem, não muito forte. Talvez deixasse marcas para que não esquecesse o acontecido, além de mostrarem que não foi só um sonho, representariam que você não poderia pertencer a minha vida, pois, talvez, eu tenha só considerado uma simples aventura.
Mas você conhecendo-me bem já saberia que não aconteceria mais do que essa vez... Sei que o desejo de ter me sempre esteve aí, algo que eu faça soa como uma provocação. É talvez fosse esse desafio que havia, que se resumia em "ninguém manda em mim".
sábado, 2 de julho de 2011
Tensão
Minha cabeça esta cheia, quase explodindo, tantos pensamentos que não estou nem conseguindo pensar, preciso de alguma forma aliviar minha mente. E o único jeito é indo beber algo. Não cheguei nesse bar com nenhuma pretensão de sair acompanhada, apenas distrair-me mesmo. As cervejas foram chegando, o teor alcoólico subindo, a vontade de dançar aumentando, pensamentos não passavam mais pela minha cabeça. Enquanto eu estava no meu canto só bebendo, percebo você beijando ela, mas ao mesmo tempo olhando-me de uma forma dizendo tire-me dela e se divirta, de repente a vontade só de beber havia passado e veio à vontade de ter algum acompanhante para a noite. Você não parava um minuto de olhar-me e sempre de alguma forma provocando a mim enquanto a beijava, seu olhar misterioso estava intrigando os poucos pensamentos que ainda pairavam pela minha cabeça, agora você já deveria se preparar, pois essa noite eu não estava bem.
Não estava mais agüentando a provocação então tomei uma atitude, olhei e vi ao meu lado um homem bonito, mas não era o que eu queria, porém serviria, o puxei pelo braço chegando muito perto como se fosse beijá-lo, ele logo percebeu e veio para perto da minha boca, mas recuei. Continuei nessa provocação, sempre olhando o, você já não estava mais suportando eu ali com ele, enquanto ele mordia meu maxilar, orelha e às vezes passando a língua pelo meu pescoço. Sem suportar que não estava com você, nem estava mais prestando a atenção em você, se viu obrigado a largar a garota que estava com você e veio para perto de nós e já veio agarrando meu braço, quando vi que era você, dei o sorriso mais malicioso que possuía e falei que havia demorado. E saí com você sem dar explicações ao homem que estava comigo que ficou sem entender nada.
Nem sabia onde iríamos, só queria tirar aquela tensão da minha cabeça, fomos para rua, você continuo puxando-me pelas mãos. Até chegarmos a uma rua deserta, jogou-me de costas contra o muro e veio direto atacando meu pescoço, minhas mãos foram para sua nuca, enquanto uma das minhas pernas subia pela lateral do seu corpo. Suas mordidas intensas faziam-me suspirar, mas quando você beijou minha boca como se precisasse de ar para respirar tirando todo o meu, deixando-me sem fôlego. Cada vez mais me comprimia contra o muro, nossos corpos se misturando de tão perto que estavam.
Aquele desejo louco que saíam pelos poros do meu corpo e junto com ele toda a tensão que a cada momento se transformava em tesão pelo seus toque e beijos. Não demorou com que você suspender meu corpo no ar e fazendo-me gemer de prazer, suas mãos apertando minhas pernas enquanto eu agarrava sua nuca, não conseguia conter os gemidos e muito menos as mordidas que conforme o ritmo aumentava ficavam mais intensas. Meu corpo pedia para que não parasse enquanto ele não entrasse em êxtase, ele aclamava por mais e mais. Até pararmos ofegantes, buscando por um pouco de ar. O sorriso voltou aos meus lábios o olhar que era misterioso em seu rosto, agora de alguma forma havia passado para meus olhos, pois conseguia perceber que você não entendia minha expressão. Mas eu sabia qual era, era a de voltar a meu mundo de loucuras, pois os pensamentos já haviam voltado. Como sempre fui embora sem dar explicações, desculpa mas nunca fui boa com argumentos...
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Não sei como vim parar aqui, mas só consigo me lembrar a partir desse momento. Sei que está olhando nos meus olhos com esse sorriso cheio de malicia nos lábios seu olhar transmitindo todos os seus pensamentos e um deles o mais claro de que você irá me devorar, mas isso não passava-me medo mas sim que essa mesma ideia passava pela minha cabeça de que eu iria te devorar também. Minha consciência não havia voltado totalmente não conseguia lembrar que você era, mas algo fazia-me te desejar muito, mas as suas mãos e suas mordidas mostravam que você também desejava-me. O desejo já não estava mais só em nossos pensamentos já estavam se exalando pelo nosso corpo, pela temperatura em que nos encontrávamos, por mais frio que pudesse estar naquele momento, eu já sentia a temperatura aumentar só em sentir seus toques e sem pudor nenhum eu também te tocava, mas com a voracidade de não deixar nenhuma parte de seu corpo sem ser explorada não conseguia conter-me, precisava te ter.
Comecei a morder seu pescoço ouvindo seus gemidos, enquanto dava beijos e logo depois mais mordidas, puxava meus cabelos tentando fazer com que parasse, mas não adiantava eu iria até o final. Depois de praticamente tirar sangue de você comecei a ir em direção a sua boca devagar e com nossos rostos colados, enquanto ia sentindo suas mãos nas minhas coxas, costas, cabelos, por todo o meu corpo, aquilo enlouquecia-me. Quando cheguei perto da sua boca não beijei, fui indo perto como se fosse morder você ainda tentou se antecipar, mas então desviei e fui para o outro lado sentindo seu aroma, embriagando-me com ele. Mas você não aguentava mais e me empurrou contra a parede e deixando-me imóvel, veio direto a minha boca sem ter pena mordendo com força, fazendo-me soltar gemidos de dor, mas você não queria parar, na verdade eu também não queria que parasse.
Agarrava-me com força, percebia que queria que sentisse sua excitação do momento. Suas mãos cada vez mais "safadinhas" já vinham puxando pelos lados da minha calça as vezes sentia que puxava minha calcinha, não sabia se havia mais pessoas com a gente, mas só conseguia ficar com a atenção em você. Seus beijos, e mordidas que eu sempre retribuía com a mesma intensidade. De repente você parou com tudo, repetiu o mesmo sorriso do inicio com muita malicia e foi direto ao meu pescoço beijando e descendo... Sabe as vezes provocando os outros, estamos na verdade transmitindo desejos do nossa cabeça... Logo depois só pude sentir você levantar-me um pouco e aí não tinha mais como provocar um ao outro, o ritmo entre os dois já estava alucinante não conseguíamos nos segurar ali ninguém mais estava pensando só deixamos os instintos assumirem.
Não conseguíamos mais nos segurar o suor escorria os gemidos já eram intensos junto com o ritmo e o desejo incontrolável que exalava dos nossos corpos, mas só paramos depois que ambos conseguiram extasiar nossos desejos... Depois não lembro-me, será que foi sonho ou realidade???
Não sei, mas se foi real, tudo bem que não lembre-me pois meu jeito de ser iria mudar nesse caso...
terça-feira, 14 de junho de 2011
Noite dos solteiros
Já era dia dos namorados, pois era uma hora da manhã do dia 12 de junho estava indo a uma festa, queria aproveitar muito, fazia tempo que não saia com as minhas amigas. E estava louca para me divertir, afinal o dia é dos namorados e a noite é dos solteiros...
Estava lá dançando e bebendo muito, sem importar-me com o resto das pessoas, só com os bonitos. Eu desapegada como sou, estava curtindo com vários. Até arrumei para amigas alguns, mas nem sabia ainda o que viria pela frente. O final da festa estava chegando, pessoas fazendo barraco, pois haviam terminado o namoro e estavam lá brigando e eu bebendo e rindo da cara deles. Essa de alguma forma era minha noite mesmo sendo solteira.
Chegava o fim da festa e eu ainda estava com muita energia. Fui em direção a minha carona, se resolveram todos como iriam fazer para chegar em casa, foram largando um em cada casa. Até que eu fiquei por ultimo e reparei que os dois guris que estavam no carro comigo eram uns do que eu havia ficado na festa.... Logo as brincadeiras começaram, alguns carinhos começaram a acontecer, os beijos também, algumas passadas de mão aqui e lá... Quando percebi o caminho já não era mais pra minha casa, mas sim pra casa de um deles, nem importava mais queria curtir a minha noite dos solteiros.
Entramos na casa e eu já fui logo sendo agarrada por um deles, que veio beijando me era grande a intensidade dos beijos, logo senti que alguém abraçava me por trás. Eu estava sendo o centro das atenções, os dois só se concentravam no meu corpo, em proporcionar-me prazer. Foi assim até eu chegar em uma não sei como, minha excitação estava cada vez maior. Até um deles começar a subir beijando e mordendo meu corpo até chegar ao meu ouvidos e falar muitas palavras que ficaria imprópria de citar.
As mãos acariciando meu corpo inteiro, os beijos, as línguas, nem conseguia mais raciocinar o lugar que estava o prazer era imenso, era única coisa que conseguia lembrar. Até que de repente um deles veio por cima de mim e começou a dar me um beijo e logo depois já entravamos no mesmo ritmo, o outro acabou entrando no ritmo também, as atenções deles estavam sempre voltadas a mim, os beijos, mordidas que faziam me suspirar. Os gemidos de prazer se misturavam assim como o suor que ia escorrendo, o ritmo era muito intenso, não tinha como não suar, mesmo estando muito frio aquele dia.
As mordidas com uma intensidade grande, faziam com que eu encolhesse as vezes de dor, mas de alguma forma isso aumentava minha excitação do momento... Foi muito bom, depois eles largaram-me em casa.
E dizem que solteiro não ganha presente no dia dos namorados.
segunda-feira, 9 de maio de 2011
As más linguas...
Fazia tempo que não "curtia" um pouco, mas aí veio o convite para a festa claro que não iria recusar o convite e fui prontamente. Estava louca para beber e comemorar, não sei o que, mas queria comemorar com alguém se é que entendem-me.
Comecei a arrumar-me, não tinha uma roupa certa para ir. Então improvisei, mas não poderia ir de qualquer forma então caprichei na maquilagem e digamos que eu estava arrasando, irresistível. Fomos eu e algumas amigas para lá, ficamos um pouco dançando e bebendo na frente antes de entrar. Algumas pessoas conhecidas, outras até demais, mas que se encontravam acompanhadas. Porém não importava-me, não me interessavam, mas mesmo assim as companhias se sentiram ameaçadas e tentaram provocar minha irá. Mas a elas eu digo as más línguas falam de mim, mas boas me chupam... E claro que não deixei levar pelas provocações e não estragaram minha festa.
Estava dançando com amigos, bebendo e rindo. Quando anunciaram a entrada de tequileiros. Adorei a ideia, estavam até chamando homens e mulheres para subirem no palco para receberem a tequila. Pensei em ir, mas não sentia-me confortável. Gosto de fazer sem ter muitos assistindo... Depois que desceram continuei dançando e cada vez bebendo mais. Uma hora teria que aliviar um pouco, é claro a vontade veio. Fui ao banheiro e convidei minhas amigas a irem juntas, fui a primeira a entrar, elas esperavam na porta então não a tranquei. Depois que já havia terminado e estava recompondo-me, fui pega de surpresa ao ver a porta se abrindo e dar de cara com o tequileiro que havia se apresentado, olhando-me com cara de espanto ao perceber que entrará no banheiro errado. Mas ele era bonito demais, não deixaria passar assim...
Ele estava paralisado olhando-me, quando dei um sorriso deixando transparecer a malícia que já havia vindo a minha cabeça. Quando ele percebeu que ainda estava ali olhando-me e foi fechar a porta, eu não deixei o e logo o puxei pela camisa o colocando dentro do banheiro fechando a porta e escorando o nela para que ninguém abrisse. Cheguei bem perto dele provocando muito, mas o beijar ou encostar minha boca nele. Ele parecia hipnotizado, sem tomar qualquer atitude, mas de repente voltou a si quando percebeu o que estava acontecendo... Só deu tempo de eu soltar um suspiro com a força e rapidez com que ele me jogava de encontro com a porta e já vinha beijando-me com voracidade, como se fosse engolir-me viva. Mas se pensarmos nas circunstâncias talvez acontecesse isso mesmo...
Os beijos já haviam começado intensos, as mãos logo já foram vindo por dentro das roupas, e as levantando ou baixando o mais rápido possível, minha cabeça já havia entrado em órbita. Meu já estava só reagindo ao instinto que já conhecia muito bem. Senti a força de suas mãos quando agarraram-me com força, fazendo com que soltasse gemidos de dor misturados com prazer, até levantar-me de solavanco na parede e fazer com que agora os dois gemessem e suspirassem com vontade, as respirações cada vez mais ofegantes, o suor escorrendo e se misturando... O cheiro de sexo já se havia se exalado pelo ar, o ritmo cada vez mais intenso, já quase não respirava. Quando senti meu corpo todo se contrair, soltei suspiros e gemidos no ouvido dele fazendo-o também relaxar de repente, foi descendo-me enquanto beijava e mordia minha boca...
Fui vestindo-me devagar, enquanto ainda beijava-me, eu dava alguns sorrisos enquanto isso. Quando terminei o empurrei e disse um obrigado, da forma mais sexy que pude, abri a porta e ia saindo quando ele puxou-me pelo braço e perguntou se seria só isso. A única coisa que respondi antes de sair dali definitivamente foi você esta em serviço não é...
Mas é claro que minha festa não terminou ali, pois pessoas boas dormem cedo, as más aproveitam mais acordadas.
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